23 dezembro, 2010
22 dezembro, 2010
Ser Padre segundo Jesus Cristo
No prefácio, o Bispo da Guarda escreve: “Estamos perante um texto vivencial, onde é vertida uma experiência sacerdotal, lida e avaliada a partir da Bíblia. Não tem outras citações que não sejam citações bíblicas e do Magistério da Igreja”.
D. Manuel Felício adianta: “É um texto que sintoniza também com as preocupações da Diocese da Guarda para o ano pastoral em curso, as quais pretendem levar as pessoas até ao encontro vivo com Cristo, por meio da Bíblia. Remeto, a propósito, para o que se diz, neste texto, sob o título «Testemunhas de Cristo Ressuscitado», sobre a genuína missão da Igreja que deve sempre levar as pessoas a um encontro pessoal com Cristo vivo e, ao mesmo tempo, ajudá-las a viver, no quotidiano, em consonância com essa fé”.
D. Manuel Felício adianta: “É um texto que sintoniza também com as preocupações da Diocese da Guarda para o ano pastoral em curso, as quais pretendem levar as pessoas até ao encontro vivo com Cristo, por meio da Bíblia. Remeto, a propósito, para o que se diz, neste texto, sob o título «Testemunhas de Cristo Ressuscitado», sobre a genuína missão da Igreja que deve sempre levar as pessoas a um encontro pessoal com Cristo vivo e, ao mesmo tempo, ajudá-las a viver, no quotidiano, em consonância com essa fé”.
20 dezembro, 2010
Jesus quer que os Apostolos...
- Jesus quer que os apóstolos O acompanhem todo o tempo do seu ministério público, que estabeleçam com Ele uma relação pessoal, sejam ouvintes e testemunhas directas das suas palavras e obras, conheçam a sua vida íntima, descubram a sua verdadeira identidade (“E vós, quem dizeis que Eu sou?” – Mt 16,15), e O amem de verdade (“Tu és deveras meu amigo?” – Jo 21,17). Só quem O conhece e O ama assim – quem superou o exame da fé e do amor – estará verdadeiramente seduzido por Jesus e aceitará continuar a sua missão.
- Jesus quer que os apóstolos, tal como Ele, com a mesma radicalidade e a mesma entrega, proclamem o Evangelho, a Boa Nova da Salvação, o reino de Deus. O reino de Deus, que Jesus anuncia e põe em marcha, é o mundo novo que Deus sonhou para os homens, um mundo segundo a medida do seu amor por eles. Um mundo onde todos os homens, e não apenas alguns, possam viver com dignidade, realizar-se como pessoas e ser autenticamente felizes.
- Jesus quer que os apóstolos, com a ousadia e a frontalidade dos profetas, anunciem o reino de Deus como uma Boa Nova para os pobres e doentes, para os oprimidos e prisioneiros, para os excluídos e marginalizados da sociedade, para os que procuram o sentido da vida e para os homens pecadores; que, com a solicitude e a bondade dos pastores, o façam chegar à vida e ao coração de cada pessoa; e, como sacerdotes, perpetuem o mistério do amor de Deus, levado ao extremo na oferta que Jesus fez de si mesmo na cruz: um amor que vence o pecado e a morte, que redime e recria, liberta e salva o homem.
- Jesus quer que os apóstolos sejam, acima de tudo, testemunhas da sua ressurreição. “Sereis minhas testemunhas … até aos confins do mundo” (Act 1,8). Estas são as palavras que Jesus ressuscitado dirige aos apóstolos, imediatamente antes da sua Ascensão ao Céu. Pede-lhes que sejam testemunhas dele, o Senhor ressuscitado, precisamente Aquele que está a falar com eles.
Os apóstolos compreenderam e assumiram isso como o essencial e específico da sua missão. Com efeito, quando se propuseram escolher o substituto de Judas, colocaram como condição que fosse alguém que pudesse tornar-se com eles testemunha da ressurreição de Jesus (Act 1,22).
Do livro: «Quando for grande quero ser padre" (Pe. José Manuel Martins de Almeida)
PAULUS ed.: »Quando eu for grande quero ser padre»
O espaço quase não chegou para todos os participantes e os aplausos manifestaram o interesse pela obra e pelo que foi dito.
D. Manuel Felício revelou que gostou muito de ler este livro e «o mesmo será utilizado na formação permanente do clero da diocese da Guarda durante este ano pastoral». Frisou «que uma reflexão sobre o sacerdócio, a partir dos textos bíblicos e do magistério se impunha pela importância do tema na vida actual da Igreja. E o Pe. Martins fê-lo muito bem.»
O autor, frisou que Quando for grande quero ser padre não é um livro de pastoral vocacional nem tão pouco fala apenas do seu sonho de criança que realizou na ordenação sacerdotal. «Neste pequeno livro partilho reflexões e meditações que fiz sobre a vocação e a missão do sacerdote, a sua identificação com Cristo e o ser padre segundo coração de Deus. Nelas aprofundo e questiono, de um modo suave e sem tensões, o meu ser padre e também o ser padre na Igreja», disse o Pe. José Manuel. E especificou: «Ser padre segundo Jesus Cristo é um modelo que por uma questão de fidelidade ao próprio Cristo, deve ser adaptado e actualizado, tendo em conta os desafios dos novos tempos e dos diferentes ambientes culturais em que o mini
stério é exercido.»
O Pe. José Carlos Nunes referiu que para a Paulus a pertinência da publicação desta obra deve-se «ao enriquecimento do catálogo da Paulus nesta temática, que depois do Ano Sacerdotal teve uma crescente procura, e pela honra de contar com mais um autor da diocese da Guarda», sublinhando ainda que «acreditamos que é possível encontrar Deus através de um livro ou mesmo encontrar-se com o que Deus quer através desta obra».
O autor, frisou que Quando for grande quero ser padre não é um livro de pastoral vocacional nem tão pouco fala apenas do seu sonho de criança que realizou na ordenação sacerdotal. «Neste pequeno livro partilho reflexões e meditações que fiz sobre a vocação e a missão do sacerdote, a sua identificação com Cristo e o ser padre segundo coração de Deus. Nelas aprofundo e questiono, de um modo suave e sem tensões, o meu ser padre e também o ser padre na Igreja», disse o Pe. José Manuel. E especificou: «Ser padre segundo Jesus Cristo é um modelo que por uma questão de fidelidade ao próprio Cristo, deve ser adaptado e actualizado, tendo em conta os desafios dos novos tempos e dos diferentes ambientes culturais em que o mini
O Pe. José Carlos Nunes referiu que para a Paulus a pertinência da publicação desta obra deve-se «ao enriquecimento do catálogo da Paulus nesta temática, que depois do Ano Sacerdotal teve uma crescente procura, e pela honra de contar com mais um autor da diocese da Guarda», sublinhando ainda que «acreditamos que é possível encontrar Deus através de um livro ou mesmo encontrar-se com o que Deus quer através desta obra».
Este livro será distribuído a nível nacional
tanto para as livrarias católicas
como para as generalistas.
10 dezembro, 2010
Aos poucos as Igrejas vão sendo renovadas
Depois da Festa de Santo António, realizada em Junho, a Comissão da Capela de Aldeia Rica tinha-se comprometido a arranjar os lustres. No passado mês de Novembro as pessoas poderam verificar que o esforço e a espera tinha valido a pena...
Quando as Festas têm um objectivo as pessoas são realmente generosas.
09 dezembro, 2010
A mentira do Pai Natal
A origem histórica do Pai Natal torna-o ainda menos maravilhoso. Ele provém do Santa Claus americano, criado em 1881 para o jornal “Harper's Weekly” pelo cartunista de origem alemã Thomas Nast.Nast esteve durante toda a sua vida bastante ligado a meios revolucionários anti-católicos na segunda metade do século XIX. Estudou pintura com Theodor Kaufmann, quando estava refugiado nos EUA devido à revolução anarquista de 1848 na Europa. Foi correspondente de guerra das tropas do do revolucionário Giuseppe Garibaldi durante a unificação italiana.
Para criar o Santa Claus ele inspirou-se numa figura da sua terra natal, o Palatinado, chamada “Belzenickel”. Esse personagem ameaçava e batia nas crianças com uma vara de marmeleiro, por causa das coisas que tinham feito mal, uma espécie de anti-São Nicolau. Se a criança fosse muito má, ele metia-a num saco e levava-a embora -
era assim que diziam os pais.Com o tempo a personagem foi evoluindo, até que no início dos anos 30 a Coca-Cola utilizou-o muito na promoção da bebida, e vulgarizou-o na forma com que hoje o conhecemos.
Seria de desejar que as famílias católicas voltassem a difundir a idéia de que é o Menino Jesus ou São Nicolau quem atende os pedidos das crianças e nunca o Pai-Natal.
18 novembro, 2010
04 novembro, 2010
São Martinho de Porres - Patrono dos mestiços católicos
Martinho de Porres, ou Martinho de Lima, (Lima, 9 de dezembro de 1579 — Lima, 3 de novembro de 1639) foi um religioso e santo peruano.Era filho ilegítimo de João de Porras, nobre espanhol pertencente à Ordem de Alcântara e de Ana Velásquez, negra alforriada.
Ainda na infância foi reconhecido pelo pai, bem como a sua irmã Joana, tendo ambos siso levados para Guayaquil, onde ocupava um cargo na administração local. Quatro anos depois, foi o seu pai nomeado governador do Panamá, pelo que enviou o filho à mãe, em Lima (actual Peru), deixando a filha sob os cuidados de outros parentes.
Martinho de Porres tornou-se aprendiz de Mateo Pastor, que exercia o ofício de cirurgião, dentista e barbeiro. Foi ali que o jovem mestiço aprendeu os rudimentos de medicina, que depois lhe seriam tão úteis no convento.
Aos 15 anos, resolveu dedicar-se à vida religiosa, tentando entrar num convento da Ordem de São Domingos, o que não foi fácil dada a sua condição de pobre e mestiço. Foi no convento de Nossa Senhora do Rosário que Martinho quis entrar na qualidade de doado, isto é, quase escravo, aceitando servir, não como frade, mas como irmãos cooperador, o lugar mais baixo na hierarquia da Ordem. Comprometeu-se a servir toda a vida, sem nenhum vínculo com a comunidade, e com o único benefício de vestir o hábito religioso.
Após o primeiro ano de prova, recebeu o hábito de cooperador. Mas isso não agradou ao orgulhoso pai, de quem levava o sobrenome. Dom João pediu aos superiores dominicanos que recebessem Martinho, de tão ilustre estirpe pelo lado paterno, ao menos na qualidade de irmão leigo. Ora, isso era contra as constituições da época, que não permitiam receber na Ordem pessoas de cor. O Superior quis que o próprio Martinho decidisse. “Eu estou contente neste estado — respondeu ele — porque no serviço de Deus não há inferiores nem superiores, e é meu desejo imitar o mais possível a Nosso Senhor, que se fez servo por nós”. Tal atitude encerrou a questão.
Como encarregado da enfermaria do convento, auxiliava todos quantos se lhe dirigiam, fossem seus irmãos da comunidade, fosse pessoas da cidade. Além de cuidar da enfermaria, varria todo o convento, cuidava da rouparia, cortava o cabelo dos duzentos frades, e era o sineiro, dispensando ainda de seis a oito horas por dia à oração.
Quando uma epidemia atingiu Lima, no convento do Rosário sessenta religiosos ficaram enfermos e muitos estavam numa secção fechada do convento. São Martinho teria passado a portas fechadas para cuidar deles, um fenômeno que encontraria residência. Martinho levava doentes para o convento, até que o Superior provincial, alarmado com o contágio, proibiu-o de continuar a fazê-lo. A sua irmã, que morava no país, ofereceu a sua casa para alojar todos aqueles que a residência do religioso não poderia. Um dia ele encontrou na rua um pobre índio, a sangrar até a morte por uma punhalada, e levou-o ao seu próprio quarto. O Superior, quando soube tudo isto, repreendeu-o por desobediência. O Superior ficou extremamente edificado com a sua resposta: "Perdoa o meu erro, e por favor instrui-me, porque eu não sabia que o preceito da obediência se sobrepõe ao da caridade." Então o Superior deu-lhe liberdade para seguir as suas inspirações posteriormente no exercício da misericórdia.
Tinha uma horta na qual ele mesmo cultivava as plantas que utilizava para as suas medicinas. Estando doente o Bispo de La Paz, de passagem por Lima mandou que chamassem Frei Martinho para que o curasse. O simples contacto da mão com o seu peito livrou-o de grave moléstia que o levava ao túmulo. Foi um precioso amigo e colaborador de Santa Rosa de Lima e de Juan Macias, igualmente dominicanos.
Além de todas essas actividades, Martinho saía também do convento para pedir esmolas para os mais necessitados.
Martinho, com o corpo gasto pelo excesso de trabalho, jejum contínuo e penitência, faleceu aos 60 anos de idade, em 1649.
Martinho foi beatificado em 1837 pelo Papa Gregório XVI e canonizado pelo Papa João XXIII em 1962.
A sua festa litúrgica celebra-se a 3 de novembro. É o santo patrono dos mestiços católicos
18 outubro, 2010
02 outubro, 2010
ACREDITAR AJUDA
Um estudo realizado por científicos italianos afirma que a procura de Deus pode ajudar os estudantes.O estudo foi publicado no passado 9 de Setembro e é concludente sobre a relação entre a religião os resultados académicos das crianças.
Intitulado Religious Practice and Educational Attainment [Práctica Religiosa e Conquistas Educativas], é uma obra de Pat Fagan, investigador do Family Research Council e director do Marriage and Religion Research Institute. Revela que um nível mais elevado de prática religiosa pode afectar positivamente a capacidade do estudante para aprender e avançar na escola.
A investigação levada a cabo, concluiu que os alunos inseridos nas actividades religiosas passam mais tempos a fazer os seus deveres, conseguem melhores resultados nos exames e até é menos provável que abandonem a escola. De facto, conclui que 19,5% dos estudantes que vão pouco à igreja abandonam os estudos, enquanto dos que vão com frequência só 9,5%.
Para explicar estes resultados, o estudo avança, entre outras, com as seguintes razões:
• A religião interioriza valores e normas que ajudam a alcançar êxitos;
• Fomenta altas expectativas pessoais, e ajuda os estudantes a evitar comportamentos sociais desviantes (drogas, álcool ou comportamentos delictivos);
• As famílias religiosas geralmente são mais coesas e estáveis, fazem planos de futuro para os seus filhos e esperam muito mais deles;
• Os adolescentes que têm prática religiosa têm mais expectativas educativas para si próprios;
• A religião ajuda os alunos a integrarem-se, o que faz com que estejam melhor orientados academicamente, e conse-quentemente o grupo anima a aplicar-se academica
mente;
• A assistência religiosa potencia as qualidades sociais;
• As igrejas oferecem aos estudantes alguns recursos, uma comunidade, e orientação.
• A religião interioriza valores e normas que ajudam a alcançar êxitos;
• Fomenta altas expectativas pessoais, e ajuda os estudantes a evitar comportamentos sociais desviantes (drogas, álcool ou comportamentos delictivos);
• As famílias religiosas geralmente são mais coesas e estáveis, fazem planos de futuro para os seus filhos e esperam muito mais deles;
• Os adolescentes que têm prática religiosa têm mais expectativas educativas para si próprios;
• A religião ajuda os alunos a integrarem-se, o que faz com que estejam melhor orientados academicamente, e conse-quentemente o grupo anima a aplicar-se academica
mente;• A assistência religiosa potencia as qualidades sociais;
• As igrejas oferecem aos estudantes alguns recursos, uma comunidade, e orientação.
Segundo Fagan, a prática religiosa frequente também tende a aumentar o total de anos de escolarização. A vantagem para os estudantes com prática religiosa semanal, em comparação com os seus companheiros que não vão à igreja, era equivalente em geral à vantagem que proporciona uma que tenha três anos extra de educação e um pai que tenha quatro.
Além disso, a religião é uma das poucas instituições de fácil acesso para famílias com poucos recursos, o que têm uma rele-vância excepcional para os grupos sócio-económicos inferiores.
Outra descoberta foi a de que a religião tem maior impacto nos resultados educativos da juventude urbana em comparação com a não urbana. O estudo explica que é mais fácil aceder às instituições religiosas nas zonas urbanas. Para além disso, a religião pode actuar também como um elemento de controlo perante os elementos mais negativos da vizinhança urbana que tem um efeito prejudicial nos avanços educativos.
Outra descoberta foi a de que a religião tem maior impacto nos resultados educativos da juventude urbana em comparação com a não urbana. O estudo explica que é mais fácil aceder às instituições religiosas nas zonas urbanas. Para além disso, a religião pode actuar também como um elemento de controlo perante os elementos mais negativos da vizinhança urbana que tem um efeito prejudicial nos avanços educativos.
Fonte: Zenit
05 junho, 2010
31 maio, 2010
Lista dos párocos de Açores
o registo paroquial mais antigo desta freguesia que se encontra no Arquivo de S. Vicente, em Lisboa, vai a 1616, sendo cura nesta data o Pe. Manuel Dias. Sabe-se contudo que em 1560 a paroquiava o Pe. Diogo de Andrade, natural de Celorico, que foi Vigario Geral do Bispado e grande cultor das letars
Depois de 1616, aparecem os seguintes:
Pe. Artur Mendes - em 1631
Pe. Leão Vaz - em 1639
Pe. António Ferrao - em 1642
Pe. Jose de Aragão e Manuel Osório - em 1644
Pe. Feliciano Marques - em 1646
Pe. Simão Gomes de Andrade - em 1656
Pe. Manuel de Abrunhosa - em 1659
Pe. João Pereira de Sousa - em 1660
Pe. João Saraiva - em 1663
Pe. Manuel Ribeiro - em 1664
Pe. João Coelho - em 1673
Pe.António Gomes da Fonseca - em 1693
Pe. José de Pina Sousa - em 1694
Pe. José Cabral - em 1698
Pe. José Coelho - em 1701
Pe.Manuel Andrade - em 1720
Pe. Francisco Antunes Dias - em 1729
Pe. Joaão Nunes Rebelo - em 1770
Pe. José Jerónimo Cardoso - em 1789
Pe. António Marques - em 1792
Pe. José Marques de Figueiredo
Pe. António Almeida Carvalho
Pe. Francisco da Nave Valente - em 1862
Pe. Hipólito Joaquim Cardoso - em 1868
Pe. Bemardino António da Costa - em 1875
Pe. Fernando Alves Cabral - em 1901
A partir de 1910
Pe. Antero Augusto da Silva Pereira - em 1910
Pe. Olimpio Rodrigues de Almeida - em 1915
Pe. Jose Marques Figueiredo Páscoa - em 1937
Pe. António Branco Marques - em 1950
Pe. José Atanásio Mendes - em 1952
Pe. Eduardo das Neves Ferreira - em 1954
Pe. Carlos Alberto Saraiva - em 1966
Pe. Carlos Rodrigues Pinto - em 1967
Pe. José Manuel Trigo Mota Romana - em 1969
Pe. António da Silva Salvador - em 1972
Pe. António dos Santos Freire - em 1999
Pe. Carlos Manuel Gomes Helena - em 2000
Depois de 1616, aparecem os seguintes:
Pe. Artur Mendes - em 1631
Pe. Leão Vaz - em 1639
Pe. António Ferrao - em 1642
Pe. Jose de Aragão e Manuel Osório - em 1644
Pe. Feliciano Marques - em 1646
Pe. Simão Gomes de Andrade - em 1656
Pe. Manuel de Abrunhosa - em 1659
Pe. João Pereira de Sousa - em 1660
Pe. João Saraiva - em 1663
Pe. Manuel Ribeiro - em 1664
Pe. João Coelho - em 1673
Pe.António Gomes da Fonseca - em 1693
Pe. José de Pina Sousa - em 1694
Pe. José Cabral - em 1698
Pe. José Coelho - em 1701
Pe.Manuel Andrade - em 1720
Pe. Francisco Antunes Dias - em 1729
Pe. Joaão Nunes Rebelo - em 1770
Pe. José Jerónimo Cardoso - em 1789
Pe. António Marques - em 1792
Pe. José Marques de Figueiredo
Pe. António Almeida Carvalho
Pe. Francisco da Nave Valente - em 1862
Pe. Hipólito Joaquim Cardoso - em 1868
Pe. Bemardino António da Costa - em 1875
Pe. Fernando Alves Cabral - em 1901
A partir de 1910
Pe. Antero Augusto da Silva Pereira - em 1910
Pe. Olimpio Rodrigues de Almeida - em 1915
Pe. Jose Marques Figueiredo Páscoa - em 1937
Pe. António Branco Marques - em 1950
Pe. José Atanásio Mendes - em 1952
Pe. Eduardo das Neves Ferreira - em 1954
Pe. Carlos Alberto Saraiva - em 1966
Pe. Carlos Rodrigues Pinto - em 1967
Pe. José Manuel Trigo Mota Romana - em 1969
Pe. António da Silva Salvador - em 1972
Pe. António dos Santos Freire - em 1999
Pe. Carlos Manuel Gomes Helena - em 2000
24 abril, 2010
I Concurso de Canteiros e floreiras
O I Concurso de Canteiros e Floreiras, a realizar na aldeia de Açores, concelho de Celorico da Beira, nos dias 21, 22 e 23 de Maio, engloba um conjunto de iniciativas no âmbito da comemoração do Ano Internacional da Biodiversidade: Seminário, oficinas praticas de jardinagem e agricultura biológica, percursos pedestres, jogos tradicionais, feira de agricultura e artesanato…Poderá obter mais informação no blog
http://concursocanteirosefloreiras.blogspot.com/
http://concursocanteirosefloreiras.blogspot.com/
18 abril, 2010
O testemunho suscita vocações
Começa hoje em todo o mundo mais uma Semana de Oração pelas Vocações! Subordinada ao tema: "O testemunho suscita Vocações" somos convidados a sintonizar a nossa vida com a canção da voz de Deus e a escutar e ajudar a escutar, o apelos que Deus nos faz. Um abraço a todos e boa oração ao longo desta semana.
09 abril, 2010
Páscoa é ...
05 abril, 2010
28 março, 2010
Pe. Ivan Hudz: colega na UCP dá o seu testemunho
Na nona reportagem da série Vidas Consagradas falamos com o representante de um ramo do catolicismo que poucos conhecem por cá. Ivan Hudz é sacerdote da Igreja Greco-Católica da Ucrânia, e trabalha em Portugal desde 2002.
“Às vezes perguntam se sou ortodoxo, e eu respondo a brincar que sim, sou ortodoxo, porque ortodoxo significa verdadeiro, e católico significa universal.”
O humor é a forma escolhida pelo Pe. Ivan Hudz para lidar com a confusão que surge diariamente entre os católicos portugueses com quem se cruza, e que não sabem que a Igreja Católica é composta pela Igreja Romana, que abrange mais de 90% dos católicos de todo o mundo, e cerca de duas dezenas de Igrejas Orientais que, tendo as suas próprias tradições, liturgias e hierarquia, se encontram em plena comunhão com Roma e com o Papa.
Mas os cristãos que se reúnem na capela do antigo hospital de Arroios, cedida pelo Patriarcado de Lisboa, não são ortodoxos. A liturgia que lá celebram todos as tardes é incompreensível para a maioria dos portugueses, não só pela língua mas pelo próprio rito, totalmente diferente do romano, mas é perfeitamente católico.
O Pe. Ivan Hudz, que nasceu em 1973, durante a União Soviética, sabe bem o que custou aos seus correligionários a fidelidade obstinada a Roma: “O meu avô foi para a Sibéria por ser cristão, católico, de rito oriental. Na minha adolescência já era mais leve, mas quando andei na escola, se a criança fosse apanhada na Igreja era perseguida pelos professores”.
Celibatário por escolha, não imposição
Com o fim do comunismo, deu-se um ressurgimento. É neste contexto que o Pe. Ivan sente o seu chamamento: “Depois de onde tirar o curso de professor de música, li num jornal que havia a possibilidade de estudar no seminário greco-católico, que tinha reaberto, e fui lá. Agora, porque é que aconteceu isso, não sei. Acho que na minha família rezaram muito por mim, para ser padre.”
Poderia ter casado antes de ser ordenado, em 1997, se assim entendesse, como é próprio da tradição oriental, partilhada tanto por ortodoxos como por católicos, mas optou pelo celibato. “Quem quer investigar, estudar mais, fazer missões… isso pode ser difícil com família. Não sei porque escolhi este caminho, Deus é que chama e nós devemos obedecer e seguir.”
Em 2002 o Pe. Ivan viu-se a caminho de Portugal: “Quando cheguei, no primeiro ano estive no seminário para aprender a língua, e depois o bispo mandou-me para a paróquia de Torrão, Alcácer do Sal. Estou a dar apoio nesta zona, e no fim-de-semana trabalho com imigrantes na zona de Évora e na diocese de Beja, também.”
“Às vezes perguntam se sou ortodoxo, e eu respondo a brincar que sim, sou ortodoxo, porque ortodoxo significa verdadeiro, e católico significa universal.”
O humor é a forma escolhida pelo Pe. Ivan Hudz para lidar com a confusão que surge diariamente entre os católicos portugueses com quem se cruza, e que não sabem que a Igreja Católica é composta pela Igreja Romana, que abrange mais de 90% dos católicos de todo o mundo, e cerca de duas dezenas de Igrejas Orientais que, tendo as suas próprias tradições, liturgias e hierarquia, se encontram em plena comunhão com Roma e com o Papa.
Mas os cristãos que se reúnem na capela do antigo hospital de Arroios, cedida pelo Patriarcado de Lisboa, não são ortodoxos. A liturgia que lá celebram todos as tardes é incompreensível para a maioria dos portugueses, não só pela língua mas pelo próprio rito, totalmente diferente do romano, mas é perfeitamente católico.
O Pe. Ivan Hudz, que nasceu em 1973, durante a União Soviética, sabe bem o que custou aos seus correligionários a fidelidade obstinada a Roma: “O meu avô foi para a Sibéria por ser cristão, católico, de rito oriental. Na minha adolescência já era mais leve, mas quando andei na escola, se a criança fosse apanhada na Igreja era perseguida pelos professores”.Celibatário por escolha, não imposição
Com o fim do comunismo, deu-se um ressurgimento. É neste contexto que o Pe. Ivan sente o seu chamamento: “Depois de onde tirar o curso de professor de música, li num jornal que havia a possibilidade de estudar no seminário greco-católico, que tinha reaberto, e fui lá. Agora, porque é que aconteceu isso, não sei. Acho que na minha família rezaram muito por mim, para ser padre.”
Poderia ter casado antes de ser ordenado, em 1997, se assim entendesse, como é próprio da tradição oriental, partilhada tanto por ortodoxos como por católicos, mas optou pelo celibato. “Quem quer investigar, estudar mais, fazer missões… isso pode ser difícil com família. Não sei porque escolhi este caminho, Deus é que chama e nós devemos obedecer e seguir.”
Em 2002 o Pe. Ivan viu-se a caminho de Portugal: “Quando cheguei, no primeiro ano estive no seminário para aprender a língua, e depois o bispo mandou-me para a paróquia de Torrão, Alcácer do Sal. Estou a dar apoio nesta zona, e no fim-de-semana trabalho com imigrantes na zona de Évora e na diocese de Beja, também.”
Fonte: rr
18 março, 2010
BAPTIZADOS - CASAMENTOS - ÓBITOS (2009)
BAPTIZADOS
Dia 25/07 - Lucas Hutnikevych, filho de Lyubomyr Hutnikevych e Ivanna Hutnikevych;
Dia 15/08 - Mariana da Silva Rodrigues, filha de António Joaquim Rodrigues e Olga Maria Rodrigues da Silva;
Dia 15/08 - Mateo Paulino, filho de João José da Silva Paulino e Elisabeth Rodrigues Tomas Paulino;
Dia 22/08 - Lara Salvador Silva e Cintia Salvador da Silva, filhas de Valter Nuno Patrocinio da Silva e Carla Sofia Henrique Salvador
CASAMENTOS
Dia 12/09 casaram na Igreja de Aldeia Rica - Helder Augusto de Andrade Cunha e Ana Patricia dos Santos Rodrigues.
ÓBITOS
Dia 20/02 - Helena da Silva (95 anos);
Dia 08/04 - Rogério Lopes Bernardo (42 anos);
Dia 18/06 - Arménio Coelho (78 anos);
Dia 24/06 - José Augusto de Sousa (73 anos);
Dia 09/07 - Augusto Dias (84 anos);
Dia 12/08 - Maria de Lurdes Prata da Cruz (86 anos)
Dia 10/10 - José Rodrigues Coutinho (77 anos)
Dia 25/07 - Lucas Hutnikevych, filho de Lyubomyr Hutnikevych e Ivanna Hutnikevych;
Dia 15/08 - Mariana da Silva Rodrigues, filha de António Joaquim Rodrigues e Olga Maria Rodrigues da Silva;
Dia 15/08 - Mateo Paulino, filho de João José da Silva Paulino e Elisabeth Rodrigues Tomas Paulino;
Dia 22/08 - Lara Salvador Silva e Cintia Salvador da Silva, filhas de Valter Nuno Patrocinio da Silva e Carla Sofia Henrique Salvador
CASAMENTOS
Dia 12/09 casaram na Igreja de Aldeia Rica - Helder Augusto de Andrade Cunha e Ana Patricia dos Santos Rodrigues.
ÓBITOS
Dia 20/02 - Helena da Silva (95 anos);
Dia 08/04 - Rogério Lopes Bernardo (42 anos);
Dia 18/06 - Arménio Coelho (78 anos);
Dia 24/06 - José Augusto de Sousa (73 anos);
Dia 09/07 - Augusto Dias (84 anos);
Dia 12/08 - Maria de Lurdes Prata da Cruz (86 anos)
Dia 10/10 - José Rodrigues Coutinho (77 anos)
Durante os últimos 10 anos, na paróquia de Açores, houve:
Baptizados - 41
Casamentos - 19
Óbitos - 58
14 março, 2010
05 março, 2010
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