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23 dezembro, 2010
09 dezembro, 2010
A mentira do Pai Natal
A origem histórica do Pai Natal torna-o ainda menos maravilhoso. Ele provém do Santa Claus americano, criado em 1881 para o jornal “Harper's Weekly” pelo cartunista de origem alemã Thomas Nast.Nast esteve durante toda a sua vida bastante ligado a meios revolucionários anti-católicos na segunda metade do século XIX. Estudou pintura com Theodor Kaufmann, quando estava refugiado nos EUA devido à revolução anarquista de 1848 na Europa. Foi correspondente de guerra das tropas do do revolucionário Giuseppe Garibaldi durante a unificação italiana.
Para criar o Santa Claus ele inspirou-se numa figura da sua terra natal, o Palatinado, chamada “Belzenickel”. Esse personagem ameaçava e batia nas crianças com uma vara de marmeleiro, por causa das coisas que tinham feito mal, uma espécie de anti-São Nicolau. Se a criança fosse muito má, ele metia-a num saco e levava-a embora -
era assim que diziam os pais.Com o tempo a personagem foi evoluindo, até que no início dos anos 30 a Coca-Cola utilizou-o muito na promoção da bebida, e vulgarizou-o na forma com que hoje o conhecemos.
Seria de desejar que as famílias católicas voltassem a difundir a idéia de que é o Menino Jesus ou São Nicolau quem atende os pedidos das crianças e nunca o Pai-Natal.
23 novembro, 2009
Neste Natal ponha Jesus em sua casa
“Anuncio-vos hoje uma grande alegria que é para toda a gente!” (S.Lucas 2.10)
Esta notícia, diz-nos o Evangelho de S. Lucas, foi dada pelos anjos aos pastores no dia em que Jesus nasceu em Belém. Nenhum daqueles homens poderia suspeitar que naquela noite, no meio dos afazeres dos seus trabalhos, haviam de levantar os olhos ao céu para encontrarem Aquele que lhes era anunciado: “um Menino envolto em panos e deitado numa manjedoura.” Ficaram os pastores cheios de alegria e voltaram para o seu ganha-pão com uma esperança renovada que não deixaram de comunicar.
Dois mil anos depois, o convite para levantar os olhos e contemplar o Deus Menino continua, nos dias de hoje, a ser dirigido a todos os homens e mulheres. Esta iniciativa dos Estandartes de Natal procura aproximar o Menino do presépio daqueles que, com um simples levantar de olhos, se cruzarem com Ele nas varandas e janelas das nossas casas.
Nestes dias que nos encaminham para o Natal, as nossas famílias cristãs retomam o sentido verdadeiro desta quadra festiva: que o nascimento de Jesus e a sua presença no meio dos homens é a causa da nossa alegria. Por isso, a pensar em amigos e para amigos, surgiu esta ideia de partilhar com todos os que passarem diante das nossas casas que a razão da nossa esperança está nAquela vida acabada de nascer.
Uma vida nova vem sempre acompanhada duma expectativa marcada por um sinal de esperança. Este foi o conteúdo da mensagem dos anjos: que em qualquer realidade familiar ou profissional, quando Jesus se torna presente, tudo ganha um sentido que até então parecia desconhecido. Com os Estandartes de Natal apenas continuamos o anúncio, feito nestes moldes originais, de proclamar às gentes da nossa terra que nestas famílias a esperança e a razão da alegria já lhes entraram pela casa adentro, reveladas na pequenez de uma Vida.
Nunca um rosto e o sorriso de um menino acabado de nascer passam despercebidos a quem quer que seja. Por isso, nada melhor que mostrá-Lo a todos os que passam nas correrias deste tempo nas ruas onde moramos... Que alguns olhos parem quando fixarem os olhos pequeninos daquele Deus Menino. E que, quando no regresso à pressa de se chegar para onde se ia, aqueles primeiros olhos baixarem, permaneça o olhar do Menino que acalma e tranquiliza todo o coração.
Com os estandartes colocados em cada casa chegou o tempo de anunciar que esta alegria é para toda a gente...
Um Santo Natal!
Esta notícia, diz-nos o Evangelho de S. Lucas, foi dada pelos anjos aos pastores no dia em que Jesus nasceu em Belém. Nenhum daqueles homens poderia suspeitar que naquela noite, no meio dos afazeres dos seus trabalhos, haviam de levantar os olhos ao céu para encontrarem Aquele que lhes era anunciado: “um Menino envolto em panos e deitado numa manjedoura.” Ficaram os pastores cheios de alegria e voltaram para o seu ganha-pão com uma esperança renovada que não deixaram de comunicar.Dois mil anos depois, o convite para levantar os olhos e contemplar o Deus Menino continua, nos dias de hoje, a ser dirigido a todos os homens e mulheres. Esta iniciativa dos Estandartes de Natal procura aproximar o Menino do presépio daqueles que, com um simples levantar de olhos, se cruzarem com Ele nas varandas e janelas das nossas casas.

Nestes dias que nos encaminham para o Natal, as nossas famílias cristãs retomam o sentido verdadeiro desta quadra festiva: que o nascimento de Jesus e a sua presença no meio dos homens é a causa da nossa alegria. Por isso, a pensar em amigos e para amigos, surgiu esta ideia de partilhar com todos os que passarem diante das nossas casas que a razão da nossa esperança está nAquela vida acabada de nascer.
Uma vida nova vem sempre acompanhada duma expectativa marcada por um sinal de esperança. Este foi o conteúdo da mensagem dos anjos: que em qualquer realidade familiar ou profissional, quando Jesus se torna presente, tudo ganha um sentido que até então parecia desconhecido. Com os Estandartes de Natal apenas continuamos o anúncio, feito nestes moldes originais, de proclamar às gentes da nossa terra que nestas famílias a esperança e a razão da alegria já lhes entraram pela casa adentro, reveladas na pequenez de uma Vida.

Nunca um rosto e o sorriso de um menino acabado de nascer passam despercebidos a quem quer que seja. Por isso, nada melhor que mostrá-Lo a todos os que passam nas correrias deste tempo nas ruas onde moramos... Que alguns olhos parem quando fixarem os olhos pequeninos daquele Deus Menino. E que, quando no regresso à pressa de se chegar para onde se ia, aqueles primeiros olhos baixarem, permaneça o olhar do Menino que acalma e tranquiliza todo o coração.
Com os estandartes colocados em cada casa chegou o tempo de anunciar que esta alegria é para toda a gente...
Um Santo Natal!
Pe. Hugo Santos
(Capelão da Universidade Católica Portuguesa)
(Capelão da Universidade Católica Portuguesa)
Fonte: http://www.estandartesdenatal.org/
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