09 março, 2006

CONFISSÕES QUARESMAIS

Dá-me Senhor a mim pecador a confissão
em meu coração te seja agradável
produzir inefáveis gemidos
que alcancem teus ouvidos.

Dá-me a intenção
acolhe inundando-a toda de bondade
e te deleite o pedido humilde
"digno te pareça entrar em minha alma
como seu contínuo amor"
.

Dá-me Senhor as lágrimas de todo o afecto
e os vínculos internos dos pecados se dissolvam.
O Dom das Lágrimas - orações antiga liturgia cristã.

APROVEITA PARA TE RECONCILIARES CONTIGO, COM OS OUTROS E COM DEUS!

  • Açores - Dia 23 de Março (Quinta-Feira) - 17.30 h
  • Aldeia Rica - Dia 27 de Março (Segunda-Feira) - 18.00 h

08 março, 2006

Renúncia quaresmal a favor dos missionários radicados na Diocese da Guarda

A renúncia quaresmal da Diocese da Guarda.
Apresentadas que aqui ficam as linhas mestras do desenvolvimento integral, é preciso não esquecermos que a nossa conversão, nesta Quaresma, implica também solidariedade material com projectos de desenvolvimento concretos que merecem ser apoiados.Por isso, decidimos dirigir a nossa renúncia quaresmal, este ano, para 3 projectos conduzidos por missionários cujas congregações têm comunidades instaladas na nossa Diocese, a saber:
  • A compra de um barco necessário ao trabalho missionário do Padre Elísio do Rosário Gama, dos Missionários do Verbo Divino, a trabalhar na Amazónia (Brasil);
  • Apoiar o projecto de construção de um Centro catequético, na Paróquia de S. Miguel Arcanjo Diocese de Santiago, Cabo Verde, conduzido por 2 sacerdotes missionários da Congregação do Espírito Santo, os Padres António Marques de Sousa e Nuno Miguel da Silva Rodrigues.
  • Apoiar outro projecto chamado de S. João de Brito, em Luanda, desenvolvido por sacerdotes jesuítas sob orientação do seu provincial, o Padre Casimiro Gaspar. Trata-se de um conjunto logístico destinado a cursos de formação, retiros, exercícios espirituais e outros encontros de cariz pastoral.
  • Apoiar o projecto "dignificar a mulher", Centro de Acolhimento para raparigas carenciadas na missão do Gilé (Zambézia-Mocambique), conduzido pelas Irmãs de S. João Baptista e Rainha do Mundo.

Vamos ser generosos porque a solidariedade alarga os horizontes da nossa Fé e também dos nossos projectos humanos, pessoais e familiares.

Veja o artigo completo em: http://www.jornalaguarda.com/

11 fevereiro, 2006

PROPOSTA DE RECUPERAÇÃO DE UM ALTAR LATERAL

Como todos sabem os altares laterais da capela de Aldeia Rica já se encontram à muito tempo no coro num estado de avançada detrioração. Se não fizermos nada eles acabaram por perder-se.
É nosso desejo, de acordo com as nossas possibilidades, recuperar aquilo que ainda é possível recuperar ...
Por isso mesmo, foi solicitado à empresa Martinho Lobo Ferreira, Lda uma proposta de recuperação.
"Vimos por este meio apresentar uma proposta de concepção e adaptação do retábulo existente em depósito.
Os elementos a integrar serão o mais harmonioso possível com o retábulo em depósito, será acrescentado uma mesa uma mesa de suporte, sendo estes elementos de linhas simples. O retábulo será decapado na totalidade da policromia, sendo posteriormente tratado e preparado para receber nova policromia (folha de ouro). As cores a aplicar serão posteriormente apresentadas ao dono da obra, de modo a serem encontrados os tons mais harmoniosos com os restantes elementos da igreja.
Valor total: 7300,00 € (sete mil e trezentos euros). A este valor acresce o IV A à taxa legal em vigor
".

SALDO FINAL das Contas da Igreja de Açores - 2005

Depósitos:
A prazo - 17.050,00 E
Ordem - 3.713,21 E
Dinheiro em caixa - 126,17 E
TOTAL - 20.889,38 E

09 fevereiro, 2006

Mensagem do Papa para a Quaresma

Bento XVI apela de novo à caridade
Bento XVI apela àqueles que governam e têm nas mãos o poder económico e financeiro, para que “promovam um desenvolvimento baseado no respeito da dignidade de cada homem”.

O tema escolhido por Bento XVI na Mensagem para a Quaresma é baseado numa passagem do Evangelho de São Mateus: «Jesus, ao ver as multidões, encheu-Se de compaixão por elas», para convidar os cristãos de todo o mundo a experimentar a caridade. Neste sentido, na Mensagem salienta que “os cristãos deverão aprender também a avaliar com sabedoria os programas de que quem os governa”, sublinha a liberdade religiosa, “entendida, como possibilidade não simplesmente de anunciar e celebrar Cristo, mas de contribuir também para a edificação de um mundo animado pela caridade”.
“A Quaresma – escreve o Papa – é o tempo privilegiado de peregrinação interior em direcção Àquele que é a fonte da misericórdia”. Uma peregrinação que “Ele próprio nos acompanha através do deserto na nossa pobreza”. Bento XVI convida, ainda, nesta Mensagem, os fieis de todo o mundo para que se preparem para a Páscoa com um “empenho vivo e urgente para com os pobres do mundo”, porque, afirma, “a primeira contribuição que a Igreja oferece para o desenvolvimento do homem e dos povos não se consubstancia em meios materiais nem em soluções técnicas, mas no anúncio da verdade de Cristo que educa as consciências e ensina a autêntica dignidade da pessoa e do trabalho, promovendo a formação de uma cultura que corresponda verdadeiramente a todas as exigências do homem”, acentua o Papa.
“À vista dos tremendos desafios da pobreza de grande parte da humanidade, a indiferença e a encerramento no próprio egoísmo apresentam-se em contraste intolerável com o «olhar» de Cristo – refere o Papa, acrescentando que – o jejum e a esmola, juntamente com a oração, que a Igreja propõe de modo especial no período da Quaresma, são uma ocasião propícia para nos conformarmos àquele «olhar».
A Quaresma tem início com a Quarta-feira de Cinzas, no dia 1 de Março, e termina com a Solenidade da Páscoa no dia 16 de Abril, que este ano coincide com o 79º aniversário natalício do Papa Ratzinger.
Fonte: Ecclesia


MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
PARA A QUARESMA DE 2006

Clique

28 janeiro, 2006

Santa Sé alerta para a dimensão do drama da lepra

O Cardeal Javier Lozano Barragán, presidente do Conselho Pontifício para a Pastoral da Saúde (www.healthpastoral.org), na sua mensagem para o 53º Dia Mundial dos Leprosos, alerta para o drama que atinge centenas de milhares de pessoas afectadas pela doença.
"Apesar de os progressos científicos, farmacológicos e médicos nos permitirem, hoje em dia, ter à disposição fármacos e formas de tratamento para curar a lepra na sua fase inicial, ainda há um vasto número de doentes e de regiões do mundo que ainda não têm essa possibilidade”, lamenta o Cardeal Barragán.
A mensagem aponta dados da Organização Mundial da Saúde sobre o número de casos declarados no início de 2005: 47.596 na África; 36.877 na América; 186.182 no sudeste asiático; 5.398 no leste mediterrânico; 10.010 no pacífico oeste.“
Afortunadamente, a OMS aponta para a existência de estatísticas que referem uma regressão da doença, pelo menos de acordo com os dados declarados: de 763.262 doentes em 2001, os números caíram para 407.791 em 2004”, escreve o presidente do CPPS.
Apesar de manifestar satisfação pelos resultados, o Cardeal Barragán refere que “uma eventual diminuição na atenção que é dada a este problema seria especialmente prejudicial, especificamente no momento em que, se quiséssemos, um esforço final poderia ser feito para finalmente eliminar a doença da lepra, em todas as partes do mundo”.
Fonte: Ecclesia

23 janeiro, 2006

IDE CONTAR A TODA A GENTE (Semana de Oração pela unidade dos cristãos)

Ide contar isto, irmãos,
vamos dizê-lo a toda a gente:
que Deus está ao nosso lado, que Ele não é normas e ritos,
que Ele nos sonha felizes, que vem trazer-nos a luz,
que basta de viver às escuras, que com Ele tudo é amor e vida.

Não guardes esta notícia só para ti,
pois é uma boa notícia.
Ele quer ser nosso amigo,
viver a história ao nosso lado,
tornar-nos fácil o caminho
e dar-nos pistas para vivermos.

Lembra aos teus irmãos
que o Reino está aqui, e que está agora,
no momento em que queiramos construí-lo,
que não é algo distante,
que é agora o momento para o inventar,
que não devemos perder tempo
em torná-lo realidade,
e que entre nós sempre deveria haver igualdade.

"Convertei-vos e acreditai no Evangelho".

21 janeiro, 2006

O Grupo de Jovens "TROVADORES de DEUS" vai animar a Eucaristia na Velosa

O grupo de Jovens "TROVADORES de DEUS" - um grupo que reune jovens das paróquias do arciprestado de Celorico da Beira, vai animar a Eucaristia Dominical no próximo dia 29 de Fevereiro pelas 14.00h.
A alegria dos cânticos, o entusiasmo da fé, o são convívio - para o qual todos estão convidados - será certamente um incentivo, um testemunho e um convite para todos os jovens.
  • Os nossos jovens precisam de heróis”. D. Manuel da Rocha Felicio, Bispo da Guarda
  • "No contacto com os jovens, sobretudo com aqueles “para quem Jesus Cristo não lhes «diz nada», a dificuldade em chegarmos com uma linguagem própria e sedutora é o grande desafio” Oliveira de Sousa, director do DNPJ.

Vem e participa. E talvez um dia também tu possas ser um dos trovas.

19 janeiro, 2006

Bispo da Guarda espera pelo «sim» de Cister

“Aguardo, a todo o momento, que os Monges de Cister nos digam que escolheram o local na diocese da Guarda para iniciar o seu ministério” – confessou à Agência ECCLESIA D. Manuel Felício, bispo da Guarda, a propósito da possível vinda dos monges brancos para aquele território eclesial. E acrescenta: “todos os dias rezo para que Deus nos mande os Monges de Cister”.
O ideal para fundar um mosteiro é um grupo de doze mas, se no início, “vierem apenas três ou quatro elementos “será um grande bem para a nossa diocese” – referiu o prelado da diocese mais alta do país. Os contactos feitos com a Comunidade do Sobrado (Galiza) “estão cheios da melhor esperança” mas ainda “não há sítio escolhido. A diocese é muito rica em termos de lugar e de casas”.
A cidade da Guarda está fora de questão porque existe aquele aforismo antigo: «os beneditinos gostam dos montes, os cistercienses dos vales, os jesuítas da cidade e os Franciscanos das aldeias». Como são monges de Cister a “sua clausura é a quinta” – disse o con. Eugénio Cunha Sério.
No verão passado, um grupo de monges de Cister estiveram na diocese durante uma semana e dialogaram com os sacerdotes, religiosos e leigos da diocese. “O facto de estarmos aqui significa que há uma grande inquietude entre os portugueses sobre a vida monástica” - referiu Jaime Lamas, monge cisterciense, durante aquela visita. Para este monge do Mosteiro do Sobrado, a visita foi vista como o início de uma caminhada. “Estamos a começar a dar alguns passos, mas temos de admitir que se trata de um processo lento, mas temos esperança de que um dia avance” - explicou Jaime Lamas.
Recentemente, o Pe. José Luis Farinha, do presbitério da Guarda, foi para os Monges de Cister. “Não queremos usá-lo como moeda de troca mas facilita os nossos contactos” – admitiu D. Manuel Felício. Para além de ser “um serviço” à diocese da Guarda, a vinda será “o retomar do maravilhoso serviço que os monges de Cister prestaram à história de Portugal”.
Fonte: Ecclesia

15 janeiro, 2006

Movimentos dos registos Paroquiais

Tempo de organizar os Extractos Anuais da Paróquia
Deixo os Movimentos Paroquiais registados nestes últimos cinco anos.

2001 - 05 Baptismos; 02 Casamentos; 04 Óbitos
2002 - 05 Baptismos; 00 Casamentos; 06 Óbitos.
2003 - 06 Baptismos; 01 Casamentos; 04 Óbitos.
2004 - 02 Baptismos; 01 Casamentos; 04 Óbitos.
2005 - 06 Baptismos; 02 Casamentos; 04 Óbitos.

14 janeiro, 2006

Dar mais vitalidade às comunidades Bispo da Guarda vai ao encontro dos leigos

Com o objectivo de dar cada vez mais vitalidade às comunidades de fé e paroquiais, D. Manuel Felício, bispo da Guarda, irá fazer encontros com os leigos da sua diocese por zona pastoral.

Programa dos encontros

14h30- Recepção
1 5H00 – Conferência, seguida de diálogo sobre os ministérios necessários nas nossas paróquias (os que já existem e os que é preciso criar ou dinamizar mais).
16H00 - Eleição de dois delegados ao Conselho Pastoral Diocesano, em formação.
16H30 - Celebração da Eucaristia presidida pelo Bispo da Diocese.

Encontro:

Dia 11 de Fevereiro- Para a Zona Ocidental (arciprestados de Seia, Gouveia e Celorico da Beira): Na Casa Rainha do Mundo, em Gouveia.

13 janeiro, 2006

UM ANO DEPOIS... “O nosso problema não é fecharem as escolas, o nosso grande problema é não termos crianças”

D. Manuel da Rocha Felício entrou na Diocese da Guarda, como Bispo Coadjutor, a 16 de Janeiro, de 2005. Após a renúncia de D. António dos Santos, no início de Dezembro, assumiu, por inteiro, os destinos pastorais da Diocese da Guarda. A poucos dias de se completar um ano sobre a data da sua entrada solene na Diocese, faz um balanço das actividades realizadas. Para além do aspecto pastoral, o novo Bispo não esquece os problemas com que se debate esta região do País.
A Guarda: Qual o balanço geral que faz de um ano à frente da Diocese da Guarda?
D. Manuel Felício: Um balanço muito positivo. Muito positivo no acolhimento que encontrei da parte de todas as pessoas, a começar pelos sacerdotes de todo o presbitério, pelos movimentos e serviços, pelas próprias paróquias que tive já a oportunidade de visitar e foram algumas, embora, não tantas como eu desejava. Encontrei um grande espírito de acolhimento ao ministério do Bispo, mesmo uma certa devoção pelo ministério do Bispo que pode ser um bom ponto de partido para um serviço de qualidade a estas comunidades. Em geral, são estes sentimentos de bem acolhido, que eu sinto e quero aqui exprimir.
A Guarda: Por aquilo que já constatou, como é que define a Diocese da Guarda?
D. Manuel Felício: Defino-a como uma Diocese com uma história muito forte de vocação missionária, com um grande desejo de enviar os seus membros até para fora do seu território, para outras congregações, para outras dioceses e até para o mundo. (...)
Depois, defino-a como uma Diocese com um aprofundamento espiritual, com tradições muito fortes de retiros, de Lausperene, de uma boa ligação a pessoas que a marcaram profundamente. Lembro, por exemplo, o Senhor D. João Oliveira Matos, cujo processo de Beatificação e Canonização está em curso. (...)
A Guarda: Vai avançar com a reestruturação das paróquias? Está ou não previsto o desaparecimento de algumas delas?
D. Manuel Felício: A reestruturação das paróquias já está a ser feita. Mas uma reestruturação das paróquias não significa tirar formalmente a categoria de paróquia a qualquer uma das que existem. Isto não é pensável. Agora, é verdade que nós desenvolvemos uma reflexão sobre os serviços essenciais que tem de ter uma paróquia, para ser verdadeiramente paróquia. Há paróquias que não podem ter todos os serviços essenciais. Não lhe vamos tirar o título de paróquia, por isso, mas vamos-lhe pedir que, progressivamente ganhem o sentido de pertencerem a um espaço pastoral mais alargado.
Nós, hoje, estamos cada vez mais a falar em unidades pastorais que envolvem a relativização das paróquias e também envolvem a conjugação do serviço do ministério sacerdotal com outros serviços, nomeadamente de leigos. Por este caminho, queremos caminhar e abrir uma outra perspectiva que eu gostaria de desenvolver muito, na nossa Diocese.
(...)
A Guarda: Como vê o encerramento das escolas primárias, um pouco, por toda a Diocese?
D. Manuel Felício: É uma situação muito preocupante. A minha preocupação, antes de estar no fecho das escolas, está na não existência de crianças. Queria insistir aqui, nesse ponto: o nosso problema não é fecharem as escolas, o nosso grande problema é não termos crianças. Por exemplo, estive, há dias, numa paróquia e perguntei quantas crianças havia e responderam-me que havia duas.
A minha preocupação não foi a escola, a minha preocupação foi essa terra só ter duas crianças. Quando faltam crianças numa terra ou numa família, nós começamos a ver o futuro em perigo. E, sem dúvida, o perigo é grande. Se não há inversão de marcha ou de rumo, é mesmo o fim. Eu espero que haja uma mudança de sentido e que a natalidade volte a ir para os índices de que nós precisamos. Quanto mais não seja só para repor a população nos índices devidos.
A entrevista na integra:

01 janeiro, 2006

O NATAL É A FESTA DO AMOR

O Natal é a festa do amor. Deus faz-se homem, nasce num estábulo de animais. Pequeno e pobre no meio dos pequenos e dos pobres para nos ajudar a ver que a verdadeira felicidade não está nas riquezas do mundo mas onde há amor e desejo dos bens verdadeiros, que são mais de ordem espiritual que material. Talvez por isso, só os pequenos e os pobres é que conseguem penetrar verdadeiramente no mistério natalício.

O Natal é algo de profundamente misterioso. Mais para contemplar com os olhos da fé e para viver com um coração agradecido, do que para celebrar com a superficialidade de quem, ao apagar das luzes e ao cessarem os últimos ecos dos cânticos jubilosos, se esqueceu de tudo e voltou à vida de todos os dias, como se nada tivesse acontecido. O Menino de Belém tem de ser visto, não num cenário iluminado por lâmpadas a imitar estrelas e decorado por fios reluzentes a lembrar a prata e o ouro, mas numa composição em que o primeiro plano é, por certo, uma pobre manjedoura com um menino, mas em que o segundo é o mundo dos homens que desejam viver no amor e na paz, tantas vezes tão longe, que Jesus quis que existisse na Terra.

Quem dera que o nosso Natal deste ano fosse mais cristão, mais comprometido com a mensagem de Jesus, tendo em conta os pobres, as crianças desamparadas, os velhinhos!

19 dezembro, 2005

Afinal, o que é o Espírito de Natal?


Ainda que lhe queiram dar outro sentido...
Ainda que o queiram abafar...
Ainda que o aniversariante na maioria das vezes, nem sequer seja lembrado...
Ainda que os corações estejam vazios de amor, de espiritualidade, de "ser" e cheios de egoísmo, de materialismo, do "ter"...
Ainda que o celebrem cada vez mais por interesse comercial ...
Ainda assim:
Este é o verdadeiro motivo de alegria dentro de nós!
O verdadeiro Espírito de Natal!
Uma dádiva tão grande que não pode ser medida!
E ainda que as mesas não estejam fartas de bons manjares...
Ainda que não hajam presentes ...
Ainda que não estejamos com todos aqueles que amamos e gostaríamos de estar...
Ainda que por este mundo fora a solidão, a dor, a pobreza, a guerra estejam presentes ...
Ainda assim, vale a pena celebrar o Natal, porque ele é a nossa esperança e certeza de que tudo isso um dia terminará ...
Porque a maior e melhor possessão que podemos receber é a Vida Eterna. E essa vida está em Jesus Cristo.
Emanuel! Deus connosco!
Sempre que um homem, uma mulher, um jovem ou uma criança aceitam este dom, esta dádiva, ....... É Natal!
É Natal sempre que Jesus nasce no coração de alguém!
E esse é, sem adúvida alguma, o melhor presente de Natal!

13 dezembro, 2005

CURIOSIDADES NATALICIAS

SABIA QUE...
  • * a palavra presépio significa lugar onde se recolhe o gado, curral, estábulo?
  • * é também a designação dada à representação artística do nascimento do Menino Jesus num estábulo, acompanhado pela Virgem Maria, S. José e uma vaca, a que, por vezes, se acrescentam outras figuras como pastores, ovelhas, anjos, os Reis Magos, entre outras?
  • * a representação plástica do nascimento de Jesus terá surgido, pela primeira vez, por iniciativa de S. Francisco de Assis, em 1223?
  • * no século XVIII, a recriação da cena do nascimento de Jesus estava inserida nas tradições de Nápoles e da Península Ibérica, incluindo Portugal?
  • * em Portugal foram feitos alguns dos mais belos presépios de todo o mundo, sendo de destacar os realizados pelo escultor Machado de Castro?
  • * presentemente, o costume de armar o presépio ainda se mantém em muitos países europeus, e não só?
  • * a quadra natalícia não se resume a um ou dois dias, mas sim aos 12 dias que se situam entre o Natal e o Dia de Reis, e que já na Idade Média era assim?
  • * os postais de Natal surgiram por volta de 1844?
  • * os pratos de Natal têm origem medieval e que cada país tem as suas comidas especiais para esta época? E que grande parte delas são feitas com frutos secos, j á que estes eram uma especialidade da Idade Média?

07 dezembro, 2005

PARA RECORDAR...

E uma pequena prenda de Natal.
Um bom momento para recordar festas, procissões, momentos importantes do Ano Litúrgico, passeios... não é muito difícil entrar, se não funcionar à primeira, volte a tentar...

02 dezembro, 2005

D. Manuel Felício novo bispo da Guarda

Bento XVI aceitou a renuncia ao governo pastoral da diocese da Guarda, por motivos de saúde, apresentada por D. António dos Santos, sucedendo-lhe assim D. Manuel da Rocha Felício até agora Bispo Coadjutor.
Nomeado por João Paulo II, em Outubro de 2002, Bispo Auxiliar de Lisboa, D, Manuel Felício acompanhou no Patriarcado as Vigararias do Oeste e animou o diálogo inter-religioso, sendo nomeado a 21 de Dezembro de 2004, Bispo Coadjutor da Diocese da Guarda.Natural de Viseu, onde nasceu em 1947, D. Manuel Felício foi ordenado sacerdote em 1973 e bispo em 15 de Dezembro de 2002. Em Viseu, integrou a equipa sacerdotal da paróquia de Mangualde (de 1973 a 1988); depois, foi na vida académica que empenhou grande parte do seu tempo. Na Conferência Episcopal Portuguesa, trabalhou no diálogo ecuménico e inter-religioso.

FONTE: http://www.ecclesia.pt/

"É sabido que, há mais de um ano, me encontro limitado para o serviço pastoral, por motivo de doença. Tem sido um grande conforto para mim sentir a proximidade espiritual da Igreja Diocesana, concretizada na força da oração e no calor da amizade, bem como no apoio que, de tantos modos, me tem chegado, a começar pelos estimados sacerdotes (...) manifesto assim a todos vós o mais sentido reconhecimento e a minha profunda estima no Senhor".

Carta aos Sacerdotes (30 de Novembro de 2005).

30 novembro, 2005

TRÊS JOVENS DE AÇORES E TRÊS DE ALDEIA RICA RECEBERAM O SACRAMENTO DA CONFIRMAÇÃO

A Anabela Tomás, a Paula Bernardo e a Susana Lopes de Aldeia Rica; o Davide Santos, a Sandra Paulos e a Susana Oliveira de Açores receberam, no Sábado, na Igreja de Santa Maria de Celorico da Beira, o SACRAMENTO DA CONFIRMAÇÃO.
Baptizar-se, celebrar a primeira comunhão e crismar-se são sinais que identificam e marcam para sempre o cristão. E o verdadeiro cristão é aquele que vive a sua fé na comunidade, sabendo que deve procurar crescer na fé todos os dias.
Pelo Baptismo nascemos para a vida da fé, pela Eucaristia alimentamos essa vida e ajudados pelo Espírito tornamo-nos verdadeiros discípulos de Cristo.
O cristão confirmado, ao ser ungido, fica a ser um novo Cristo. Participa da sua unção e tem o poder e a força do Espírito para realizar no mundo uma missão muito concreta: a construção do Reino de Deus.
Vós que fostes CRISMADOS, deixai-vos guiar pelo Espirito Santo, produzindo na vossa vida os seus frutos: "a caridade, a alegria, a paz, a paciência, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão, o dominio de si".
Pelos frutos se conhece a árvore!

11 novembro, 2005

SEMANA DOS SEMINÁRIOS: O Seminário deve ser ajuda para a caminhada até ao sacerdócio

Seminário, isto é viveiro, alfobre, foi, desde o início da sua origem, o nome dado à instituição eclesiástica destinada a formar quantos, julgando-se com vocação sacerdotal, desejavam ou eram destinados a pastores da grei de Cristo.
Mas, como qualquer canteiro, onde se depositam as sementes para germinarem e desenvolverem, necessita não apenas do húmus, alimento para o crescer da planta, mas ainda do clima propício e de um ambiente benéfico, também os seminários diocesanos demandam um meio favorável ao cumprimento do seu mister.
Será a comunidade cristã, no seu conjunto, a prestar-lhe este serviço, com a oração, segundo o mandato do Senhor, com atenção carinhosa a manifestar no acolhimento dos seminaristas, no incentivo esperançoso aos seus propósitos e mesmo na ajuda económica prestada. Se a grei egitaniense cultivar uma atmosfera de apoio e amparo às vocações nela surgidas, se todos procurarem incentivar os candidatos que demonstram, pela sua vida, capacidade de vir a ser bons sacerdotes, e mesmo os convidarem a ascender ao ofício de pastores, se promoverem nos jovens o desejo do serviço aos demais, comprometendo-os numa vivência espiritual de séria piedade e acrisolada virtude, se lhes colocarem, na frente de si mesmos, como modelo único, o Senhor Jesus, estaremos num âmbito favorável ao incremento e melhoria das vocações sacerdotais.
O seminário, comunidade instituída para modelar os futuros padres, deve ser ajuda para a caminhada até ao sacerdócio, oferecendo condições propícias para uma resposta positiva ao chamamento de Cristo e da Igreja, à aprendizagem de um coração com gérmenes de misericórdia, ao amadurecimento do desejo de servir os outros em ordem à salvação eterna. Dele não estão ausentes a educação nas linhas do humano, espiritual e também cultural bem como o ensino prático da disciplina interior em ordem ao bom desempenho do sagrado ministério.
Relembrar ao povo de Deus quanto se deve realizar para obtermos a graça de mais e melhores sacerdotes será o escopo desta semana consagrada à problemática dos seminários da qual ninguém se deve desobrigar.
Da crise que vai atravessando a Igreja, nesta época, todos somos responsáveis e, por isso, cada um, na sua medida, há-de empenhar-se em ultrapassar esta carência, pois Deus quis o trabalho de mediadores, para os tornar participantes do seu amor pelos homens.
Se ao Prelado, como grande responsável da Igreja diocesana, e à equipa dos seminários, como encarregada directamente desta missão, tal tarefa deve estar mais a peito, não será para se julgar estarmos desobrigados de tal encargo, pois todos juntos ainda somos poucos para a magnitude de tão grave e importante obrigação.
Colocar no coração de muitos jovens o desejo de se dedicarem à missão de pastores dos crentes, desenvolver neles as aptidões necessárias para este múnus, dispondo-os ao dom total de si próprios para que continue a Palavra a ecoar no coração dos homens e se prolongue no mundo a celebração do memorial do Senhor, pela Eucaristia, eis o alvo e o ponto de mira desta importante semana.
FONTE: Jornal A Guarda

31 outubro, 2005

VALE DE AZARES 30-10-2005: MISSA SOLENE DO Pe. ANTÓNIO CARLOS



Pater,
in manus Tuas ...


Nas tuas mãos, ó Pai...
Entrego a minha vida!
Eu quero o que Tu queres,
Meu Deus, minha guarida!

Amar, confiar e partir
Para sonhar e viver;
Caminharei a sorrir
Por saber que estou
In manus tuas Pater!

A Tua mão protectora
Sempre me há-de acompanhar!
Seguir-Te-ei, pois me chamas...
Eu sei que quero amar!
(Poema original do Pe. António Carlos)

A multidão aglomerava-se à porta da Igreja esperando pacientemente, debaixo de chuva, que as portas se abrissem para participarem nesse momento especial e há muito aguardado. Era também momento único para as pessoas de Açores. Era a missa nova do Pe. António Carlos, o filho do Sr. Acácio - o carpinteiro de Vale de Azares. Pois tinha sido ele que tinha restaurado o Coro da Igreja de Açores